Caso ocorrido em 2019 ganhou repercussão internacional e reacende debate sobre manipulações na região cervical
Por Júnior Martins21/02/26 às 18H37
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| Foto Reprodução internet |
Em 2019, a paramédica britânica Natalie Kunicki, então com 23 anos, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) após realizar um movimento aparentemente simples e rotineiro: estalar o próprio pescoço.
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De acordo com relatos divulgados à época, o movimento provocou a ruptura de uma artéria vertebral — condição conhecida como dissecção da artéria vertebral. A lesão resultou na formação de um coágulo que comprometeu a circulação sanguínea no cérebro, desencadeando o AVC. O episódio causou paralisia parcial e exigiu um longo processo de reabilitação. Desde então, Natalie passou a compartilhar sua experiência como forma de conscientização sobre os riscos associados a movimentos bruscos na região cervical. Especialistas explicam que casos como esse são considerados raros, mas podem ocorrer principalmente quando há fragilidade vascular pré-existente ou quando a região do pescoço é submetida a rotações intensas e forçadas. ⚠️ Sinais de alerta Médicos orientam que sintomas como dor de cabeça súbita e intensa, tontura, visão dupla, dificuldade para falar, fraqueza em um lado do corpo ou perda de equilíbrio exigem atendimento médico imediato. 📌 Atenção e prevenção Embora estalar o pescoço não represente, na maioria dos casos, risco imediato, profissionais de saúde recomendam evitar movimentos bruscos e manipulações sem orientação adequada. O caso reforça a importância de atenção aos sinais do corpo e de procurar avaliação médica diante de qualquer sintoma incomum. Créditos: Reportagem: Redação Diário de Notícias Edição: Júnior Martins Imagem: Reprodução / Redes Sociais Fonte: Relatos públicos e veículos internacionais |

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